segunda-feira, 10 de outubro de 2011

ABC de LC aprendeu a jogar a Série B

Vitória: Salgueiro 0x1 ABC (rodada 21)
Empate: ABC 1x1 Portuguesa (rodada 22)
Vitória: Goiás 1x2 ABC (rodada 23)
Empate: ABC 1x1 Vitória (rodada 24)
Derrota: ABC 1x2 Vila Nova (rodada 25)
Derrota: Náutico 2x0 ABC (rodada 26)
Vitória: ABC 3x0 Sport (rodada 27)
Derrota: Cricuíma 3x1 ABC (rodada 28)
Vitória: ABC 2x1 Guarani (rodada 29)

Resumo da volta de LC:

4 vitórias: 12 pontos
3 derrotas: 0 ponto
2 empate: 2 pontos

Mais vitórias e derrotas, e menos empates.
9 jogos e 14 pontos.

52% de aproveitamento.

O ABC partiu pro tudo ou nada.
Dentro das limitações táticas do treinador e das limitações técnicas do elenco, obviamente.

ABC 2x1 Guarani



Foi um jogo bom de se ver.
Jogo cardíaco, como quase todo jogo com o ABC em campo.

Mas mais um jogo - nessa reta final de Série B - onde o ABC em casa mostra quem é o mandante.
No primeiro tempo, o ABC parte pra cima, vários lances perigosos, faz um gol no escanteio, e manda em campo.
Foi mais um gol de Lins, e o segundo gol que ele faz nesse mesmo lugar dentro da grande área, quase na pequena.
Alguns minutos depois um lance onde o preciosismo de Cascata "matou" o segundo gol do Mais Querido: Leandrão e Lins pediam a bola livres.

O ABC sobrava em campo.

No final do primeiro tempo, numas das poucas bolas de ataque do Guarani, falta de Leonardo.
Se o juiz não marcasse a falta, o segundo atacante do Bugre já estava quase dentro do gol. Foi um lance em que o juiz podia ter dado a vantagem e não deu.
Gol de falta do Guarani, e o ABC meio que se perde em campo até o final do primeiro tempo.

Por falar no juiz, que árbitro safado! Inverteu quase todas as faltas, e não marcou lances que seriam perigosos para o ABC. Mais um árbritro que vem ao Frasqueirão e dá o jogo para o adversário.

Segundo tempo e o ABC não se acertava. Mas mantinha a posse de bola quase em 70%. E olha que jogávamos sem 3 jogadores: Pio - que não acertava nada - Renatinho - que resolveu não jogar - Cascata - Marcado como sempre.

Gol do ABC numa falta, acho que cobrada por Renatinho. Isso ele faz muito bem. Não sei porque ele não é nosso batedor oficial ?!? Mas o bandeira - acho que em conluio com o árbitro - marca impedimento que nunca existiu.

No prejú, Pio sai vaiado. O pior é que Leandro Campos olha pro banco e só vê Nêgo, que tá numa fase de menstruação que não acaba. Ruim com Pio, pior sem ele.

O Guarani só queria saber de se defender. Cascata e Jérson não conseguiam dar passes, tudo fechado. Eu não culpo os dois. Pio e Renatinho que seriam nossos escapes e articuladores pelos lados não acertavam nada.

Cascata e Jerson saem para a entrada de Éderson e Geílson. Este último no apagar das luzes.

E num último cruzamento daquele que sabe chutar bem de fora da área - Renatinho - Geílson fecha o caixão daquele time que veio apenas para se defender.

O ABC sofreu desse veneno dentro do Frasqueirão. No sábado foi a vez do adversário, cmoo sempre tem que ser.

sábado, 8 de outubro de 2011

Eu não entendo nada de futebol

Quando Geilson foi entrar eu lembrei de Ferdinando Teixeira, quando entrou com Fabiano Gadelha também aos 45 do segundo tempo, na Série B de 2008.

- Pra quê? Eu pensei.

- É a arma secreta, papai!
Falou minha filha.

ABC 2 a 1, gol de Geilson, aos 47 do segundo tempo.

Leandro Campos é que entende de futebol.
Minha filha também.

Eu não entendo nada!

Dia de vencer!

Com os resultados de ontem no inicio da rodada, o ABC segura sua pior posicao no campeonato, na boca da zona.
Mas como ta todo mundo embolado, uma vitoria hoje e o Mais Querido vai pra 11a. colocacao.

Meio a zero hoje ta de bom tamanho.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Steve jobs: A imagem diz tudo, vejam no detalhe



4 vitórias para manter a série B

ABC x Guarani (3 pontos)
Duque x ABC (3 pontos)
ABC x Boa
São Caetano x ABC
ABC x Asa (3 pontos)
Icasa x ABC
ABC x Paraná (3 pontos)
Barueri x ABC
Ponte x ABC


Último dia para ingressos com desconto

Quem é sócio-torcedor pode comprar outros 2 ingressos com super-desconto.

A promoção funciona da seguinte maneira: se você é Sócio adimplente, você pode adquirir até dois ingressos arquibancada pelo valor de R$ 10,00 (R$ 5,00 para estudantes).
Tem que ir na Loja Conceito, na Prudente de Morais.

Lembrando que o Sócio terá que levar o nome e o RG das pessoas para as quais irá comprar os ingressos, pois eles serão impressos nominalmente.

Podemos ter novamente 10mil torcedores em campo.

E vamos precisar mesmo nessa batalha contra o Guarani.

Você que é sócio, corra! A promoção vale até hoje.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Repetir o Sport

Além de Leandro Campos poder repetir a escalação do 3 a 0 contra o Sport, o time tem que entrar com garra, disciplina tática e seriedade daquela partida.

Camilo, Pio, Rômulo, Irineu e Renatinho; Bileu, Ricardo Oliveira, Jerson e Cascata; Leandrão e Lins.

Esse foi o time contra o Sport Recife e é o melhor que o ABC tem em seu elenco.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Os donos da senzala contra Lula

Já que publiquei assunto de Informática, vamos aproveitar e mudar também pra política.
O nosso ex-presidente Lula recebeu semana passada um título Honoris Causa na França.
Mais um na sua lista de doutorados. Acho que o sexto pela minha contagem.
Lula já tem convites de 55 outras instituições pelo mundo inteiro.
Quer você goste ou não do nosso ex-presidente, ele realmente revolucionou o quadro social de nosso país, pra muito melhor. Isso é fato e indiscutível.

Voltemos ao assunto.
Pois bem. Esse Honoris Causa foi na faculdade de Ciências Políticas de Paris, fundada em 1871. Desde sua fundação somente 15 personalidades foram agraciadas com o título. Lula é o 16º e o primeiro da América Latina.

Vou transcrever o artigo escrito por um jornalista argentino, sobre a coletiva de imprensa antes da entrega do prêmio ao ex-presidente.

Leiam e tirem suas conclusões.

Martin Granovsky: Foi preciso um argentino defender Lula em Paris

Podem pronunciar “sians po”. É, mais ou menos, a fonética de ciências políticas. Basta dizer Sciences Po para aludir ao encaixe perfeito de duas estruturas, a Fundação Nacional de Ciências Políticas da França e o Instituto de Estudos Políticos de Paris.

Não é difícil pronunciar Sians Po. O difícil é entender, a esta altura do século 21, como as ideias escravocratas continuam permeando a gente das elites sul-americanas.

Hoje à tarde, Ruchard Descoings, diretor do Sciences Po, entregará pela primeira vez o doutorado Honoris Causa a um latino-americano: o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva. Falará Descoings e falará Lula, claro.

Para bem explicar sua iniciativa, o diretor convocou uma reunião em seu escritório da rua Saint Guillaume, muito perto da igreja de Saint Germain des Pres, em um prédio de onde se pode ver as árvores com suas folhas amareladas. Enfiar-se na cozinha é sempre interessante. Se alguém passa por Paris para participar de duas atividades acadêmicas, uma sobre a situação política argentina e outra sobre as relações entre Argentina e Brasil, não fica mal entrar na cozinha do Sciences Po.

Pareceu o mesmo à historiadora Diana Quattrocchi Woisson, que dirige em Paris o Observatório sobre a Argentina Contemporânea, é diretora do Instituto das Américas e teve a ideia de organizar as duas atividades acadêmicas sobre Argentina e Brasil, das quais também participou o economista e historiador Mario Rapoport, um dos fundadores do Plano Fenix faz 10 anos.

Naturalmente, para escutar Descoings foram chamados vários colegas brasileiros. O professor Descoings quis ser amável e didático. O Sciences Po tem uma cátedra sobre o Mercosul, os estudantes brasileiros vem cada vez mais à França, Lula não saiu da elite tradicional do Brasil, mas chegou ao nível máximo de responsabilidade e aplicou planos de alta eficiência social.

Um dos colegas perguntou se era o caso de se premiar a quem se orgulhava de nunca ter lido um livro. O professor manteve sua calma e deu um olhar de assombrado. Quiçá sabia que esta declaração de Lula não consta em atas, embora seja certo que Lula não tem um título universitário. Também é certo que quando assumiu a presidência, em primeiro de janeiro de 2003, levantou o diploma que é dado aos presidentes do Brasil e disse: “Uma pena que minha mãe morreu. Ela sempre quis que eu tivesse um diploma e nunca imaginou que o primeiro seria de presidente da República”. E chorou.

“Por que premiam a um presidente que tolerou a corrupção?”, foi a pergunta seguinte.

O professor sorriu e disse: “Veja, Sciences Po não é a Igreja Católica. Não entra em análises morais, nem tira conclusões apressadas. Deixa para o julgamento da História este assunto e outros muito importantes, como a eletrificação das favelas em todo o Brasil e as políticas sociais”. E acrescentou, citando o Le Monde: “Que país pode medir moralmente a outro, nos dias de hoje? Se não queremos falar sobre estes dias, recordemos como um alto funcionário de outro país renunciou por ter plagiado a tese de doutorado de um estudante”. Falava de Karl-Theodor zu Guttenberg, ministro da Defesa da Alemanha até que se soube do plágio.

Disse também: “Não desculpamos, nem julgamos. Simplesmente não damos lições de moral a outros países”.

Outro colega perguntou se era bom premiar a alguém que uma vez chamou de “irmão” a Muamar Khadafi.

Com as devidas desculpas, que foram expressas ao professor e aos colegas, a impaciência argentina me levou a perguntar onde Khadafi tinha comprado suas armas e qual país refinava seu petróleo, além de comprá-lo. O professor deve ter agradecido que a pergunta não citava, com nome e sobrenome, a França e a Itália.

Descoings aproveitou para destacar em Lula “o homem de ação que modificou o curso das coisas” e disse que a concepção da Sciences Po não é de um ser humano dividido entre “uns ou outros”, mas como “uns e outros”. Enfatizou muito o et, e em francês.

Diana Quattrocchi, como latino-americana que estudou e fez doutorado em Paris depois de sair de uma prisão da ditadura argentina graças à pressão da Anistia Internacional, disse que estava orgulhosa de que a Sciences Po dava um título Honoris Causa a um presidente da região e perguntou sobre os motivos geopolíticos.

“Todo o mundo se pergunta”, disse Descoings. “E temos de escutar a todos. O mundo nem sequer sabe se a Europa existirá no ano que vem”.

No Sciences Po, Descoings introduziu estímulos para que possam ingressar estudantes que, se supõe, tem desvantagem para conseguir aprovação no exame. O que se chama de discriminação positiva ou ação afirmativa e se parece, por exemplo, com a obrigação argentina de que um terço das candidaturas legislativas deve ser de mulheres.

Outro colega brasileiro perguntou, com ironia, se o Honoris Causa de Lula era parte da política de ação afirmativa do Sciences Po.

Descoings o observou com atenção antes de responder. “As elites não são apenas escolares ou sociais”, disse. “Os que avaliam quem são os melhores, também. Caso contrário, estaríamos diante de um caso de elitismo social. Lula é um torneiro mecânico que chegou à presidência, mas pelo que entendi foi votado por milhões de brasileiros em eleições democráticas”.

Como Cristina Fernández de Kirchner e Dilma Rousseff na Assembleia Geral das Nações Unidas, Lula vem insistindo que a reforma do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial está atrasada. Diz que estes organismos, assim como funcionam, “não servem para nada”. O grupo BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul) ofereceu ajuda à Europa. A China tem os níveis de reservas mais altos do mundo. Em um artigo publicado no El Pais, de Madrid, os ex-primeiros ministros Felipe González e Gordon Brown pediram maior autonomia para o FMI. Querem que seja o auditor independente dos países do G-20, integrado pelos mais ricos e também, da América do Sul, pela Argentina e Brasil. Ou seja, querem o contrário do que pensam os BRICs.

Em meio a esta discussão Lula chegará à França. Convém que saiba que, antes de receber o doutorado Honoris Causa da Sciences Po, deve pedir desculpas aos elitistas de seu país. Um trabalhador metalúrgico não pode ser presidente. Se por alguma casualidade chegou ao Planalto, agora deveria exercer o recato. No Brasil, a Casa Grande das fazendas estava reservada aos proprietários de terra e escravos. Assim, Lula, silêncio por favor. Os da Casa Grande estão irritados.

martin.granovsky@gmail.com

Tradução: Luiz Carlos Azenha

Steve Jobs, fundador da Apple, morre

Um dos mais revolucionários "inventores" da era moderna, Steve Jobs, faleceu essa noite nos Estados Unidos.
Criador do Mac, do Ipod, do Iphone, Ipad e tudo mais que começa por "ai".
Também um grande "copiador" de idéias que talvez fossem jogadas fora ou demorassem ainda mais pra sair, como o mouse, e a interface gráfica. Pra que não sabe, o mouse e a tela gráfica foram inventados pela HP, e Jobs conseguiu "copiar" pra dentro da Apple.

Foi por Jobs que eu entrei na área de Informática.

Quando eu fazia o primeiro grau, no auge do Odissey e do Atari, abriu um cursinho de informática na Olinto Meira. Eu estudava - com o esforço financeiro de meus pais - no Colégio das Neves. Passei em frente ao cursinho e queria entender o que era aquilo. Entrei e me deparei com o primeiro computador na minha vida: um Apple.
Não tinha idéia do que era mas tinha acabado de descobrir que era com aquilo que eu iria viver minha vida.
Fiz meu primeiro curso de linguagem Basic, e em seguida aprendi o Sistema Operacional do Apple II.

O que era brincadeira virou estudo de verdade (graduação, mestrado), e o que era estudo virou trabalho.
Hoje me divirto trabalhando.

Mas eu só havia entrando no mundo Apple nesse meu primeiro cursinho ainda como criança. Larguei isso, e cai nas Redes de Computadores, na Internet.

Foi apenas como adulto que Steve Jobs tornou a aparecer.
Dessa vez não só na minha vida, mas na de todo mundo.

Hoje o Iphone é o que há de mais tecnológico - e fácil - no mundo dos celulares.
Hoje, todos os outros fabricantes fazem celulares com cara de Iphone, com ícones de Iphone, com telas de Iphone.

Culpa de Steve Jobs.
E erro dos outros em não conseguirem fazer coisa melhor.

O visionário foi embora, vítima de um câncer no pâncreas.

Vou deixar aqui um vídeo que rola na rede sobre o que pode ser o próximo Iphone. Ah, ontem foi lançado o Iphone 4S, mais rápido que o anterior e com mais recursos de reconhecimento de voz.

Leandro pediu, advogados atuam bem, e Leandrão joga

Frase do treinador LC em entrevista à antiga Rádio Cabugi:

"Eu vou priorizar para o jogo de sábado, nós precisamos deste resultado e eu espero que o nosso Departamento Jurídico possa fazer uma boa defesa do Leandrão que será julgado hoje e nós precisamos nos 10 jogos restantes nós precisamos de 11 pontos para eliminar qualquer oportunidade de queda e precisamos do nosso Departamento Jurídico"

Frase do blogueiro do BlogARCosta:

"Leandro Campos, o advogado fez boa defesa. Agora é a nossa defesa que tem que ser boa no próximo sábado."

O jurídico do ABC mandou bem.
Quem precisa mandar bem agora é o nosso futebol.

ABC 3x1 Criciúma: segunda análise

Depois de uma noite de sono (mal dormido, a bem da verdade), dá pra analisar o jogo sob outros aspectos.

Eu entendo que o fato do Roni - o melhor jogador do time catarinense - ter se machucado no início do jogo desarticulou o ABC.
LC preparou taticamente o ABC pra isso. Rômulo era seu marcador, implacável.
Tudo funcionava bem.
A marcação fluia a o Criciúma não ameaçava o ABC em nada.

Roni se machucou, entrou aquele pangaré e as jogadas do Criciúma passaram a ser feitas pelos lados do campo.

Exatamente ai que o ABC se deu mal.

Os 2 cruzamentos pro gol, como falei ontem a noite, foram em cima de Renatinho Carioca.
O erro do Carioca foi tentar ser o Potiguar.
Era pra ele fazer o feijão-com-arroz, básico, e só marcar, ficar na defesa.
Abriu uma avenida e nas duas jogadas de linha de fundo, 2 a 0 pro Criciúma.

Leonardo ter feito o gol contra foi uma fatalidade.

Na frente, sem Lins e Cascata sumido, o ABC não é nada.

Eu penso friamente que sair de Natal, atravessar o Brasil praticamente inteiro de avião, pousar em Florianópolis, pegar um ônibus pra Criciúma de 3 horas, pra jogar esse futebolzinho ai?
É melhor perder de WO.

Lembro bem que quando o ABC subiu da C pra B com Wallyson, ele era poupado nos jogos fora de casa, pra poder matar sempre o jogo em casa.
Claro que ele tava machucado, jogando inclusive com pubialgia.
Mas em casa era 100% ABC.

Tomara que isso se repita com o Guarani sábado que vem.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Essa noite, sem chance!

Depois de uma vitória incontestável, uma derrota incontestável.

Eu falei no post anterior que se os jogadores jogarem seriamente, o ABC teria alguma chance.
Não foi isso que aconteceu.
Cascata, desapareceu.
Leandrão, desapareceu.

Os laterais - como sempre - dando condições pros OUTROS laterais subirem e cruzarem a vontade.
Os dois primeiros gols do time catarinense saíram assim.

É inacreditável que estamos na 28º rodada da Série B e NUNCA o ABC conseguiu acertar a marcação das laterais.
Pio num marca ninguém. E até de forma desleixada, fica olhando a bola ser passada de pé em pé pelo adversário na sua zona de atuação.

Mas é exigência demais do blogueiro querer que Pio resolva todos os problemas da lateral ABCdista. Ele não tem um reserva a altura, que sequer possa botar pilha nele.
Culpa de quem? Minha é que não é!
Eu pago meu sócio-torcedor em dia; faço a minha parte.

Culpar Renatinho Carioca pela fogueira que ele se meteu é demais também.

Na zaga, se Rômulo e Irineu eram os titulares nos 3 a 0 contra o Sport, Garça e Leonardo foram os zagueiros hoje. 3 a 1 para o Criciúma.

No meio Jérson e Ricardo fizeram o que puderam.
Sem Lins - que é o diferencial na frente - e Renatinho Potiguar - o nosso verdadeiro "armador" de jogadas, fica difícil.

Próximo jogo contra o Guarani.
É correr atrás do preju. Pelo menos essa é em casa.
E nada de desespero. Acabo de ler os blogs da Rádio Cabugi e chega dá nojo.

Fazer o que né?
Ainda bem que hoje existe a Internet, para termos opiniões contrárias, adversas, semelhantes, ou criteriosas.
Vamos pra frente!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Desfalques importantes, mas dá pra vencer

Bileu com o terceiro cartão e Renatinho também são 2 desfalques sérios no Mais Querido.
Lins - que joga muito - nem viajou pra Santa Catarina. Por força de contrato ele não pode jogar contra o Criciúma.

O treinador Leandro Campos relacionou os seguintes jogadores:

Goleiros: Camilo e Welligton; Laterais: Pio, Nêgo e Renatinho Carioca; Zagueiros: Irineu, Tiago Garça, Rafael Caldeira e Leonardo; Volantes: Rômulo, Ricardo Oliveira, Esdras e Makelelê; Meias: Cascata, Jerson e Chimba; Atacantes: Leandrão, Éderson, Geílson e Eliandro.

Qual o time que entra é que não sabemos ao certo.
Mas eu chuto em Camilo, Pio, Leonardo (que entrou no jogo contra o Sport), Irineu e Renatinho Carioca; Rômulo, Ricardo Oliveira, Jerson e Cascata; Ederson e Leandrão.

LC também pode colocar Rômulo como zagueiro e Esdras como primeiro volante, sacando Leonardo.
Outro de deverá entrar do decorrer da partida é Eliandro.

No Criciúma, também desfalques. O treinador Márcio Goiano não poderá contar com Anderson Conceição, Pirão e Mateus que estão suspensos. O artilheiro Zé Carlos permanece no departamento médico, ainda sem previsão de volta.

No jogo ABC e Criciúma no "primeiro turno", empate no Frasqueirão.
O ABC estava em 7º lugar na época, com 14 pontos.

Será um jogo difícil, mas se o ABC jogar mais uma vez com seriedade, dá pra sair de SC com um bom resultado.

sábado, 1 de outubro de 2011

ABC 3 a 0: não precisa nem escrever mais nada

Mas vou escrever.

Vou falar mal da diretoria, claro, que mandou embora Claudemir e Jackson, e só na VIGÉSIMA SEXTA rodada da Série B de 2011 contratou alguém pra substituir.
O BlogARCosta pedia há muito tempo um MEIA-volante, e não um MEIO-volante (esse temos muitos no banco de reservas).
Jérson é o cara. Encaixou no ABC.

A zaga Flamenguista (alô meu caro anônimo) deu certo.
O volantes cobriram corretamente as subidas e as falhas dos laterais.
Jérson era o cara que começava a sair com a bola, sempre. Como tinha que ser.

Renatinho e Pio, mais o primeiro, subiram com propriedade. Jogaram muito bem.

Na frente, Leandrão jogou mais uma vez seriamente. Quando ele joga assim, ele joga muito bem.
Lins, não preciso nem falar, joga muito, mais uma vez.

Resultado? 3 a 0 ABC.
Quando todo mundo joga de forma séria, o ABC joga bem e ganha.

Voltando a falar mal agora.
Demorou pra contratar.
Demorou pra substituir Wellington.
Demorou pra tirar Marcus Vinícius.
Demora e teimosia que custou uma possível Série A pro ABC em 2012.

Parabéns a todos os ABCdistas desse mundão todo.
Parabéns a Bileu (jogou muito), Rômulo até se machucar (jogou muito), Ricardo (jogou muito), Jérson (jogou muito), Renatinho (jogou muito), Lins (jogou muito), Leandrão (jogou muito).
Futebol é coletividade.

Parabéns, claro, para Leandro Campos, que colocou os caras certos nos lugares corretos.

Empate passou longe do Frasqueirão!